Site Oficial do Movimento
RIO GRANDE LIVRE
Desenvolvimento de bases teóricas

Home Inscrição Contato Doação Facebook

 

CONSCIENTIZAÇÃO RIO-GRANDENSE

AUTONOMISMO

DEFINIÇÕES     

BASES     

O PAÍS     

PERIFÉRICOS     

 

HISTÓRIA

RECONTANDO     

RESUMO     

CRONOLOGIA     

DOCUMENTOS     

CURIOSIDADES     

 

BIBLIOTECA

LIVROS     

TRABALHOS     

MATÉRIAS     

FOTOS     

LINKS     

 

 

                                                                                                                                   Por Matheus Duarte       

 

 

          A nação rio-grandense tem por tradições a hospitalidade, o respeito pelas diferenças e traz consigo, no âmago, a solidariedade para com o próximo. Isso para não realçar aqui outros valores, como a nobreza, a honradez e a lealdade da palavra empenhada.

          Esses são valores que constituem uma grande nação e são fundamentais para a construção de um grande país! Muito disso tem se perdido pelo advento e adoção de culturas alienígenas ao nosso povo, pela massificação midiática de uma única identidade dita nacional e pela valoração social do famigerado “esperto” que, no fim e ao cabo, só servem para enterrar uma nação na própria desgraça.

          Assistimos constantemente a subjugação do povo rio-grandense – parte do povo gaúcho – a um sistema escravizatório de suas reais potencialidades, um sistema que suga sua energia vital como nação e a ilude, na vã esperança de que é possível “consertar” a federação a qual fazemos parte ou na crença no atual sistema democrático.

          O povo rio-grandense se encontra em estado de total enervação social e não enxerga que a verdadeira liberdade não se encontra num “votar melhor” ou na possibilidade de fazer protestos e denúncias. A verdadeira liberdade é quando o próprio povo enxerga que as rédeas de seu destino encontram-se em suas próprias mãos!

             No final, a crença maciçamente disseminada nesse sistema mantém o povo gaúcho na ilusão e retira-lhe o poder de ação.

             Não obstante, é sabido que espontaneamente não se é possível empreender qualquer tipo de esforço libertário, mas que antes é mais do que necessário – é vital – que haja a condução por lideranças fortes, capazes de fazer despertar a vontade e a vitalidade desse povo. Temos em conta de que a valoração social da cultura do “malandro que passa os outros para trás” por ser mais “esperto” e a massificação midiática de propagandas que exaltam o orgulho de pertencer ao país do futebol, da alegria e da festa só servem para manter em estado latente a verdadeira força social de mudança. E isso atinge em cheio a verdadeira força gaúcha na construção de uma nação.

          O povo rio-grandense não somente sofre “ataques” em sua espinha dorsal cultural como também participa – por causa de uma batalha perdida – de um federação de fantoche de grandes corporações, bancos e de uma oligarquia dominadora que tem a pretensão de manter todos os povos sob domínio cultural e social, impedindo, assim, que as verdadeiras revoluções sociais de reais mudanças aconteçam, perpetuando os donos do poder, no poder.

          O Movimento Rio Grande Livre tem a pretensão de combater essa força esmagadora e internacional que se abarcou no território rio-grandense, ao menos quanto ao processo de consciência dos reais fatores de poder existentes. No mínimo, difundir quais as correntes que impedem o povo gaúcho de viver dignamente.

             O Movimento Rio Grande Livre tem total consciência de que o povo riograndense possui plenas condições intelectuais, éticas e morais e se encontra maduro o suficiente para saber, afinal de contas, qual o verdadeiro país em que vive e qual o que deseja viver e, com certeza, saberá ser livre, como já foi, para traçar seu destino!

            

          Temos em conta de que a valoração social da cultura do “malandro que passa os outros para trás” por ser mais “esperto” e a massificação midiática de propagandas que exaltam o orgulho de pertencer ao país do futebol, da alegria e da festa só servem para manter em estado latente a verdadeira força social de mudança. E isso atinge em cheio a verdadeira força gaúcha na construção de uma nação.
 

         

 
Criado e Composto por Romualdo Negreiros - Porto Alegre - Capital da República Rio-Grandense - 2015